A chave para a liderança

A chave para a liderança

“Há duas coisas que são muito difíceis para as pessoas compreenderem: pensar e fazer as coisas pela ordem de importância. Essas duas coisas constituem a diferença entre um profissional e um amador.

Pensar antecipadamente e priorizar responsabilidades estabelece as principais diferenças entre um líder a um liderado, porque:

As pessoas práticas sabem como conseguir as coisas que querem.
Os filósofos sabem o que devem querer.
Os líderes sabem como conseguir o que devem querer.
O sucesso pode ser definido como a realização progressive de um objetivo predeterminado.
A definição nos diz que a disciplina para priorizar e a capacidade de trabalhar visando a um
determinado objetivo são essenciais para o sucesso do líder.

O Princípio de Pareto


20% de suas prioridades the darão 80% de sua produção, SE aplicar seu tempo, energia,
dinheiro a pessoal nos 20% de suas prioridades mais importantes.

Exemplos do Princípio de Pareto:


Tempo – 20% do nosso tempo produzem 80% dos resultados.
Conselhos – 20% das pessoas tomam 80% do nosso tempo.
Produtos – 20% de nossos produtos produzem 80% do lucro.
Leitura – 20% do livro contêm 80% do conteúdo.
Trabalho – 20% de nosso trabalho nos proporcionam 80% de satisfação.
Oratória – 20% de um discurso causam 80% do impacto.
Donativos – 20% das pessoas doarão 80% do dinheiro.
Liderança – 20% das pessoas tomam 80% das decisões.
Piquenique – 20% das pessoas comerão 80% da comida!


Todo líder precisa compreender o Princípio de Pareto na área de supervisão e liderança de
pessoas. Por exemplo, 20% dos membros da igreja serão responsáveis por 80% do sucesso
do trabalho.
1. Determine que pessoas constituem 20% dos melhores produtores.
2. Destine 80% do seu “tempo reservado ao pessoal” aos 20% mais qualificados.
3. Destine 80% de sua verba de desenvolvimento aos 20% mais produtivos.
4. Determine os 20% do trabalho que produzem 80% de retorno a treine um assistente para
cuidar do trabalho menos rentável. Isso “libera” o produtor para fazer o que melhor sabe fazer.
5. Incumba os 20% do primeiro time de treinar outros 20% trabalhando.

Não é uma questão de dar duro, mas de trabalhar com a cabeça.
Disseram a um homem que se ele trabalhasse pra valer poderia ficar muito rico. O trabalho mais pesado que ele conhecia era cavar buracos. Pôs-se, então, a cavar grandes buracos em seu quintal. Não ficou rico, conseguiu apenas arranjar um problema de coluna. Deu duro, é verdade, mas sem quaisquer prioridades.

Organize-se ou agonize.


A capacidade de levar três ou quatro projetos a bom termo é indispensável a qualquer líder.
Uma vida em que tanto faz como tanto fez no fim das comas terá sido uma vida que não fez nada.

Priorize Compromissos.


Grande Importância/Grande Urgência: Toque esses projetos em primeiro lugar.

Grande Importância/Pouca Urgência: Estabeleça prazos e desenvolva esses projetos
rotineiramente.
Pouca Importância/Grande Urgência: Descubra maneiras rápidas a eficientes de realizar
esse trabalho sem envolver muita gente.
Pouca Importância/Pouca Urgência: Geralmente é um trabalho freqüente, repetitivo,
como arquivar por exemplo.

Escolha ou perca.


Quando se trata de planejar, somos todos iniciadores ou reagentes. Um exemplo é nossa
agenda. A pergunta não é “Minha agenda estará lotada?”, mas sim “Quem preencherá minha
agenda?”. Se somos líderes, a pergunta não é “Verei pessoas?”, mas sim “Quem verei?”.

Avalie para evitar o impasse

Uma veterano de muitos anos de tomadas de decisões me deu esse conselho simples e conciso: Decida o que fazer a faça; decida o que não fazer e não faça. A avaliação de prioridades,

entretanto, não é tão simples. Muitas vezes elas não são nem preto nem branco, mas muitas

nuanças de cinza. Descobri que a última coisa que uma pessoa sabe é o que colocar em primeiro lugar.

As perguntas que se seguem o ajudarão a eleger prioridades:


O que é exigido de mim? Um líder pode abrir mão de tudo menos da responsabilidade final.
A pergunta a que devemos sempre responder antes de aceitar uma incumbência é: “O que é
exigido de mim?” Em outras palavras, o que devo fazer que mais ninguém a não ser eu seja
capaz de fazer?
O que me proporciona maior retorno? O esforço despendido deverá ser proporcional aos
resultados esperados. Faça-se constantemente esta pergunta: “Estou fazendo o que sei fazer
melhor e obtendo resultados para a igreja?” Três problemas comuns na organização são:
Abuso: Muito poucos fazem demais.
Desuso: Muitos fazem muito pouco.
Mau uso: Muitos fazem as coisas erradas.

O que é mais gratificante? A vida é muito curta para não a vivermos com alegria. Nosso
melhor trabalho acontece quando o realizamos com prazer. Quando você obtém sucesso em
alguma coisa, deixa de ser trabalho. Passa a ser uma maneira de viver.
O sucesso no trabalho aumentará consideravelmente se os três erres forem semelhantes:
Requisitos
Retorno
Recompensa

Princípios de prioridade


As prioridades nunca “ficam paradas”
As prioridades se deslocam continuamente a requerem atenção.
Prioridades bem colocadas estão sempre sob ameaça.
Para manter as prioridades no devido lugar:
Avalie: Reveja os 3 Rs periodicamente. (Requisitos/Retorno/Recompensa).
Elimine: Pergunte-se: “O que estou fazendo que possa ser feito por outra pessoa?”

Estime: Quais são os principais projetos que você está desenvolvendo este mês e quan-
to tempo levarão para serem concluídos?

Princípio: Você não pode superestimar a desimportância de praticamente tudo.

A uma jovem concertista de violino foi perguntado certa vez qual era o segredo do seu su-
cesso. Ela respondeu: “Negligência planificada.” E explicou: “Quando estava no colégio, havia sempre muitas coisas que tomavam meu tempo. Quando voltava para meu quarto depois do
café da manhã, tinha que fazer a cama, arrumar o quarto, varrer o chão, e qualquer outra coisa
que chamasse minha atenção. Saía sempre correndo para minha aula de violino. Achei que não estava progredindo como gostaria, a resolvi inverter as coisas. Até concluir meu período de au-
las, negligenciei deliberadamente tudo mais. Esse programa de negligência planejada, acredito, é a razão do meu sucesso.”

O bom é o inimigo do ótimo.


A maioria das pessoas é incapaz de estabelecer prioridades quando confrontadas com opções
boas ou más. O desafio surge quando é preciso escolher entre duas boas alternativas. O que
fazer? E se ambas as opções se encaixarem no perfil de requisitos, retorno e recompensa de
nosso trabalho?

Como Desempatar Duas Boas Opções


Pergunte a preferência de seu supervisor ou de seus companheiros de trabalho.
Uma das opções pode ficar a cargo de outra pessoa? Caso possa, delegue-a a trabalhe
na opção de que só você pode se desincumbir.
Qual das opções trará mais crescimento para a igreja? Muitas vezes agimos como o
comerciante tão preocupado em manter a loja limpa que nunca abria a porta da frente.
A única razão de montar uma loja é atrair a freguesia, não limpá-la o tempo todo!
Tome sua decisão baseada nos objetivos da igreja.
O guardião de um farol instalado numa ponta rochosa da Costa recebia seu suprimento de
petróleo uma vez por mês para manter o farol aceso. Não ficando muito distante da Praia, ele recebia freqüentes visitas. Uma noite uma mulher da aldeia pediu-the um pouco de combustível para manter sua família aquecida. Outra vez um pai pediu-lhe uma pequena quantidade para usar em seu lampião. Outro lhe pediu um pouco para lubrificar uma roda. Como todos
os pedidos lhe pareciam razoáveis, o faroleiro procurava contentar a todos e ie atendendo seus
pedidos. Ao se aproximar o fim do mês ele notou que o suprimento de óleo estava muito baixo.
Em pouco tempo esgotou-se e o farol ficou às escuras. Naquela noite diversas embarcações
soçobraram a vidas preciosas foram perdidas.
Quando as autoridades investigaram, o pobre homem mostrou-se muito arrependido. Para
suas desculpas a seus rogos a resposta foi implacável: “Você recebia o suprimento de petróleo
para uma única finalidade: manter acesa a luz do farol!”

Você não pode ter tudo.


Aquele que procura uma coisa, apenas uma, Pode ter esperança de consegui-la antes que a
vida acabe. Mas aquele que busca todas as coisas aonde quer que vá poderá ceifar uma colheita
de amargo arrependimento.
Um grupo de pessoas se preparava para escalar o pico do Mont Blanc nos Alpes franceses.
Na véspera da escalada, um guia francês enunciou os principais requisitos para o sucesso. Ele
disse: “Para atingir o pico, é preciso levar apenas o equipamento indispensável à subida. E
absolutamente necessário se descartar de todos os acessórios inúteis. É uma escalada difícil.”
Um, jovem inglês discordou a na manhã seguinte apareceu com um cobertor de cores vivas,
um tanto pesado, grandes fatias de queijo, uma garrafa de vinho, duas máquinas fotográficas
com diversas lentes penduradas no pescoço a algumas barras de chocolate. “Desse jeito, você
nunca chegará lá em cima. É preciso se restringir ao mínimo para poder fazer a escalada”,
advertiu o guia.
Teimoso, o inglês partiu por coma própria na frente do grupo para mostrar que podia. O grupo seguiu sob a direção do guia levando o estritamente necessário. Na subida para o pico do Mont Blanc, os alpinistas começaram a notar coisas espalhadas pelo caminho por alguém
que obviamente as abandonara. Primeiro, encontraram um cobertor de cores berrantes, depois algumas fatias de queijo, uma garrafa de vinho, equipamento fotográfico a barras de chocolate.
Finalmente, quando atingiram o pico descobriram o inglês mais morto do que vivo.

Prioridades excessivas podem paralisá-lo
Os treinadores de animais selvagens carregam sempre um pequeno banco quando entram na
jaula dos leões. Eles têm seus chicotes e pistolas, é claro. Mas não dispensam o banquinho. É a
ferramenta mais importante do domador. Ele segura o banco por trás a arremete as pernas para
a cara do animal. Dizem os entendidos que a fera tenta focalizar as quatro pernas do banco ao mesmo tempo a ao fazê-to é dominada por uma espécie de paralisia, ficando mansa e incapacitada porque sua visão se dispersa, é fragmentada.

Todos os legítimos líderes aprendem a dizer Não ao que é bom para dizer Sim ao que é ótimo.

Quando pequenas prioridades exigem demais de nós, surgem grandes problemas.
“A razão pela qual a maioria dos grandes objetivos não é alcançada deve-se ao fato de que
perdemos nosso tempo fazendo primeiro coisas secundárias.”

Há alguns anos a manchete de um jornal dizia que trezentas baleias tinham morrido subitamente. As baleias estavam perseguindo sardinhas a acabaram encalhando numa baía. “Os peixinhos atraíram os grandes gigantes dos mares para a morte. Eles foram ao encontro de um fim violento por perseguirem arraia-miúda, despendendo forças colossais para alcançar objetivos insignificantes. “

Prazos fatais a emergências obrigam-nos a priorizar.
Se você tiver apenas uma carta para escrever, ela lhe tomará o dia todo. Se tiver que escrever
vinte cartas, você dará conta do recado num só dia.
Qual o momento mais produtivo em nosso trabalho? A semana antes das férias! Por que não
somos capazes de administrar sempre nossas vidas como fazemos na semana que precede nosso período de férias, tomando decisões, arrumando a escrivaninha, retornando as chamadas tele-
fônicas? Em condições normais, somos eficientes (fazendo certo as coisas). Quando a pressão de tempo aumenta ou surgem emergências, tornamo-nos eficientes (fazendo as coisas certas).
Eficiência é o alicerce da sobrevivência. Resultados efetivos são o alicerce do sucesso.

Muitas vezes aprendemos tarde demais o que é realmente importante.
Não se conhece o autor da frase: “A criança nasce com a mão fechada; o homem morre com
a mão aberta. A vida se incumbe de soltar as coisas que julgamos serem tão importantes.”